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L'amicizia è uno dei sentimenti più belli da vivere perchè dà ricchezza, emozioni, complicità e perchè è assolutamente gratuita. Ad un tratto ci si vede, ci si sceglie, si costruisce una sorta di intimità; si puo' camminare accanto e crescere insieme pur percorrendo strade differenti, pur essendo distanti, come noi due, centinaia di migliaia di chilometri.

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Psyché foi uma bela mortal por quem Eros, deus do amor e filho de Afrodite, deusa da beleza, se apaixonou. Tão bela que despertou a fúria de Afrodite, pois os homens deixavam de freqüentar seus templos para adorar uma simples mortal. A deusa mandou seu filho atingir Psiqué com suas flechas, fazendo-a se apaixonar pelo ser mais monstruoso existente. Mas, ao contrário do esperado, Eros acaba se apaixonando pela moça - acredita-se que tenha sido espetado acidentalmente por uma de suas próprias setas. Com o próprio deus do Amor apaixonado por Psyché, suas setas não foram lançadas para ninguém. Após muito pranto, mas sem ousar contrariar a vontade de Apolo, a jovem Psiqué foi levada ao alto de um rochedo e deixada à própria sorte, até adormecer e ser conduzida pelo vento Zéfiro a um palácio magnifico, que daquele dia em diante seria seu. Lá chegando a linda princesa não encontrou ninguém, mas tudo era suntuoso e, quando sentiu fome, um lauto banquete estava servido. À noite, uma voz suave a chamava e, levada por ela, conheceu as delícias do Amor, nas mãos dos próprio deus do amor (Eros). Os dias se passavam, e ela não se entediava, tantos prazeres tinha: acreditava estar casada com um monstro, pois Eros não lhe aparecia e, quando estavam juntos, usava sempre um capuz. Ele não podia revelar sua identidade pois, assim, sua mãe (Afrodite) descobriria que não cumprira suas ordens - e apesar disto Psiqué amava o esposo, que a fizera prometer-lhe jamais retirar seu capuz. Psiqué, julgando que os conselhos das irmãs (invejosas, diziam-lhe que Eros era na verdade um monstro e por isso não mostrava o rosto) eram ditados por amizade, pôs em execução o plano que elas lhe sugeriram: após perceber que seu marido entregara-se ao sono, levantou-se tomando uma lâmpada e uma faca, e dirigiu a luz ao rosto de seu esposo, com intenção de matá-lo. Porém, espantada e admirada com a beleza de seu marido, a jovem desastradamente deixa pingar uma gota de azeite quente sobre o ombro dele. Eros acorda e, percebendo que fora traído, enlouquece e foge. Psiqué fica sozinha, desesperada com seu erro, no imenso palácio. Precisa reconquistar o Amor perdido.

Psiqué vaga pelo mundo, desesperada, até que resolve consultar-se num templo de Afrodite. A deusa, já cientificada de que fora enganada, e mantendo Eros sob seus cuidados, decide impor à pobre alma uma série de tarefas, esperando que delas nunca se desincubisse, ou que tanto se desgastasse que perdesse a beleza. Os Quatro Trabalhos de Psiquê eram: OS GRÃOS; A LÃ DE OURO; ÁGUA DA NASCENTE; BELEZA DE PERSÉFONE.

Psiqué completa os trablhos, e equanto isso Eros vai a Zeus e pede que o case com Psiqué. Zeus concede esse pedido e posteriormente Psiqué é tornada imortal.
Assim unem-se amor e alma.

"Psique", do grego psychein ("soprar"), é uma palavra ambígua que significava originalmente "alento" e posteriormente, "sopro". Dado que o alento é uma das características da vida, a expressão "psique" era utilizada como um sinônimo de vida e por fim, como sinônimo de alma, considerada o princípio da vida. A psique seria então a "alma das sombras" por oposição à "alma do corpo".

 

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HORÓSCOPO DAS DEUSAS CELTAS

As Deusas Celtas regentes de seu signo revelam seus grandes segredos. Confira!!

 

 

 

ÁRIES - MORRIGAN (Deusa da Guerra)

Morrigan, soberana, ardente e carismática, favorece essas virtudes nos orgulhosos arianos. Incita-os a recuperar a soberania sobre suas próprias vidas, convertendo-os em donos de seu próprio destino.

Morrigan possui inúmeros poderes e quando invocada ajudará a todos, principalmente às mulheres, a realizar sua própria magia. Use sua forma como a de corvo ou gralha (figuras ou imagens), e velas pretas como uma ferramenta mágica.

Jóias: prata, ouro, aço ou ferro.

Cor da roupa: branca, azul, vermelha ou preta.

Óleos: hissopo, pinho, óleo do amor, óleo de Cerridwen.

Ervas: urtiga, manjerona, pimenta, cominho, coentro.

Pedras: Ágata de fogo, topázio, granada, turmalina rosa, jaspe vermelho, hematita, quartzo branco, ametista.

Ritual de proteção: Vista uma peça de roupa íntima vermelha nas terças feiras ou queime um incenso de absinto e uma vela negra.

 

TOURO - ARIANRHOD (Deusa do Lar)

 

Na tradição celta, essa Deusa se apresentava de dupla forma, como Virgem e Mãe, Padroeira da Lua, da Noite, da Sexualidade, da Justiça, da Magia e do Destino. Mais tarde, é apresentada como uma Deusa-Mãe, girando a Roda de Prata e transformando-a em uma barca lunar.

 

Como sua Deusa regente é um tipo de Deusa do Lar, que deseja que sua casa seja aconchegante e cheia de amor.

 

É importante lembrar que cada aspecto da Deusa representa um aspecto que você pode reconhecer dentro de si mesma. A conexão com a Deusa Arianrhod poderá lhe ajudar a compreender a tarefa histórica da iniciação feminina.

 

Arianrhod chega na vida da taurina para revelar-lhe a visão do Jardim do Éden Universal, a sua ilha Avalônica Celestial. É uma visão de harmonia e de totalidade. É também, uma visão de justiça entre raças e espécies, onde os dons da vida são incrivelmente bons, embora mortais e efêmeros e, onde você poderá libertar sua afinidade emocional com a natureza.

 

Jóias: ouro e cobre.

 

Cor da roupa: rosa, verde, marrom ou bege.

 

Óleos: cidró, poção do amor, óleo de Cerridwen, rosa, nérole, gardênia.

 

Ervas: flor de maçã, bétula, amora-preta, erva-dos-gatos, margaridas, urze.

Pedras: Água marinha, coral, esmeralda, kunzita, lápis-lazuli, quartzo rosa, amazonita, quartzo branco, ametista.

Ritual de proteção: Vista um peça do vestuário na cor verde-claro nas sextas-feiras.

 

GÊMEOS - MAEVE (Deusa da Caça e da Guerra)

Das figuras femininas da Irlanda, Maeve é a mais espetacular. Ela era a Deusa soberana da Terra com seu centro místico em Tara. Com o passar do tempo à cultura irlandesa mudou sob a influência cristã e então, Maeve foi reduzida a uma mera rainha mortal. Mas nenhuma mortal poderia ter sido como ela, "intoxicante", uma mulher "embriagante", sedutora,  que corria com os cavalos  conversava com os pássaros e levava os homens ao ardor de desejo com um mero olhar.

 

Ela é a Rainha de Connacht, simboliza o poder feminino e é a personificação da própria Terra e sua prosperidade. Maeve ajuda a ativar o gêmeo-selvagem que vive dentro de você, permitindo que ele lhe traga grandes surpresas no amor e no trabalho. Essa Deusa reforçará seu espírito inovador, ágil e audaz.

Pedras: Ágata, coral, crisoprásio, topázio, citrino, olho de tigre, quartzo branco, ametista.

Jóias: prata, estanho ou platina.

Cor da roupa: cinza, azul ou cor de alfazema.

Óleos: sândalo, jasmim, olíbano.

Ervas: dulcamara, cariz, cedro, madressilva, alfazema, valeriana.

Pedras: Ágata, coral, crisoprásio, topázio, citrino, olho de tigre, quartzo branco, ametista.

Ritual de Proteção: abuse das bijuterias de prata e acenda uma vela cinza todos os sábados para limpar seu campo astral.

 

CÂNCER - DANA (Deusa Tríplice do Lar e da Família)

Também conhecida como Danu, é a maior Deusa Mãe da mitologia celta. Seu nome "Dan" significa conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como a Deusa Don, enquanto que outras fontes equipararam-na à Deusa Anu. Na Ibéria, a divindade suprema do panteão celta é considerada à senhora da luz e do fogo. Era ela que garantia a segurança material, a proteção e a justiça.

Dana é uma Deusa Tríplice Estelar que governava muitas tribos. Invoque-a a uma estrela e ela procurará em todos os lugares um amor para você. Deixe a energia do céu agir dentro de você e se entregue às suas mais simples sensações e às suas mais complexas abstrações.

Jóias : prata, ouro, platina.

Cor da roupa: preta, roxa, azul-claro, prata ou cinza.

Óleos: sândalo, jasmim, óleo de Cerridwen, olíbano, mirra.

Ervas: rosa silvestre, coentro, anis-estrelado, nenúfar, língua de víbora, rizoma de lírio.

Pedras: Turmalina verde, crisoprásio, aventurina, pedra da lua, turmalina rosa, opala, rodocrozita, quartzo branco, esmeralda, ametista.

Ritual de proteção: Acenda três velas brancas para a Deusa Donzela, três velas rosas para a Deusa Mãe e três velas amarelas para a Deusa Anciã, rezando sempre:"Deusa das três faces, traga-me o Dom da Lua! No crescente, dê-me coragem; no cheio me preencha de amor; no minguante, sabedoria, virtude e magia!.

 

LEÃO - MACHA (Deusa da Soberania)

 

A Deusa Macha foi adorada na Irlanda mesmo antes da chegada dos celtas. Ela é uma Deusa Tríplice associada com Morrigan a Deusa da guerra e da morte. É ligada também a Dana no aspecto de fertilidade da mulher. Seu pai era o "Aed, o vermelho" e sua mãe era Ernmas (druida feminina).

 

Macha  é a Deusa-Cavalo que encarna essencialmente o espírito solar, por isso, o meio-dia, hora na qual o Sol está no zênite, é a melhor hora para invocá-la É ela que a ajudará a dar um maior realce no seu astral, atraindo riqueza, sucesso e mais dinamismo para a vida das leoninas.

Jóias: ouro

Cor da roupa: amarela, laranja, vermelha ou ouro.

Óleos: olíbano, ligústica, heliotrópio, pimenta-da-jamaica, amêndoa.

Pedras: Citrino, ágata, turmalina rosa, granada, topázio, quartzo dourado, quartzo branco, ametista.

Ritual de proteção: Use uma peça do vestuário amarela em uma Quarta-feira.

 

VIRGEM - BRIGID (Deusa da Sabedoria e das Artes)

Brigid é a donzela eternamente jovem, que cura as enfermidades, purifica nosso lar, nos defende dos perigos e coloca palavras na boca dos poetas.

Brigid ajuda as nativas de virgem a realizarem suas loucuras mais secretas. Está mais do que na hora de você ter uma vida mais interessante, com as energias e a criatividade dessa Deusa. Ponha em prática todos seus sonhos.

Jóias: platina e ouro

Cor da roupa: azul, preta, prata ou rosa.

Óleos: cravo, poção do amor, alfazema.

Ervas: avenca, calicanto, ginseng, mandrádora, verbena.

Pedras: Ágata, citrino, amazonita, hematita, quartzo azul, quartzo fumê, aventurina, quartzo branco, ametista.

Ritual de Proteção: Acenda um incenso de verbena em uma quarta-feira.

 

LIBRA - BRANWEN (Deusa do Amor)

 

Brandwen é a Deusa galesa do amor e da beleza, similar a nossa tão conhecida Afrodite. É considerada a Vênus dos mares do norte. Ela é uma das três matriarcais da Grã-Bretanha, junto com Rhiannon e Arianrhod e a principal Deusa de Avalon. Em algumas lendas arturianas, Branwen é considerada a Dama do Lago.

 

A libriana é própria reencarnação da Deusa Brandwen. Por via de regra, não gostam de ir a lugares barulhentos, confusos ou perturbadores, mas adoram música, arte e design.

 

Toda a libriana tende a ter vidas domésticas estáveis e a apreciar suas casas, jardins, apartamentos.

 

Esta Deusa aparece na vida da libriana para fortalecer a conexão com a sua própria essência. A busca desta Deusa ajudará a apreciar o seu próprio poder, habilidade e beleza. Honrando Branwen você celebrará com muito amor todos os momentos de sua vida. 

 

Reverenciar Branwen e seus princípios femininos a colocará em contato direto com a magia da natureza e de todas as criaturas.

Jóias: Prata ou cobre.

Cor da roupa: bege, marrom, ferrugem ou verde.

Óleos: flor de maçã, poção do amor, gerânio rosa, urze.

Ervas: hibisco, morango, tanásia.

Pedras: Berilo, esmeralda, quartzo rosa, malaquita.

Ritual de Proteção: Todas às sextas-feiras use uma roupa de cor rosa ou acenda um incenso de rosas.

 

ESCORPIÃO - CERRIDWEN (Deusa da Fertilidade)

Para os galeses, Cerridwen é uma Deusa Tríplice (donzela, mãe e mulher idosa), cujo animal totêmico é uma grande porca branca. Ela é a mãe que conserva todos os poderes da sabedoria e do conhecimento. Ela é a Deusa que devemos reverenciar nos momentos de dificuldades e anulação de qualquer tipo de malefício. Ela é a Deusa do caos e da paz, da harmonia e da desarmonia.

Associa-se a morte, a fertilidade, a inspiração, a astrologia, as ervas, os encantamentos, o conhecimento.

A mulher de escorpião, do mesmo modo que sua Deusa regente, nunca se enquadra no meio termo: podem ser refinadas ou não. Tendem também a serem apaixonadas por tudo que fazem e possuem um forte espírito de liderança.

Com Cerridwen como aliada, as nativas de escorpião fazem e acontecem, portanto use seu potencial para dar continuidade aos seus projetos de vida que já estão em andamento.

Jóias: ouro e prata

Cor da roupa: vermelha, preta ou branca.

Óleos: Poção do amor, sangue do dragão, almíscar, patchulli.

Ervas: damiana, dedaleira, lúpulo, trigo

Pedras: obsidiana, quartzo claro, turmalina preta.

Ritual de proteção: Toda as terças-feiras use uma peça do vestuário na cor vermelha.

 

SAGITÁRIO - SADBH (Deusa da Caça)

Sadbh é a Deusa da Caça e a Senhora de todos as coisas selvagens. Todas as mulheres que possuem esse arquétipo muito ativo, são independentes, têm pensamento próprio e são emancipadas.

A sagitariana, como a sua Deusa regente é ativa, jovial, gosta de esportes, está sempre a mil. Elas preferem encontros excitantes, aventureiros, atléticos e ao ar livre, em vez de bombons e flores. Esquemas gentis e românticos tendem a não impressioná-la. Com o temperamento regido pelo fogo, gosta de discordar dos outros, apenas para ter a sensação de liberdade e, até mesmo nas questões do coração, sempre querem ter a última palavra.

A Deusa da Caça avisa que com ela sua vida será repleta de emoções e você deve se aprontar para encarar essas mudanças de frente. Deixe as coisas rolarem e aprenda com seus erros e acertos, pois você só crescerá se tiver à coragem de aceitar os desafios.

Jóias: estanho, prata, ouro ou zinco.

Cor da roupa: azul real, roxa, turqueza ou rosa.

Óleos: canela, cravo, jasmim, óleo de Cerridwen, óleo do dinheiro.

Ervas: henna, potentia, dente-de-leão, magnólia, asclépia, mirra, estramônio.

Pedras: lápis-lazíli, ametista, crisocola e safira.

Ritual de Proteção: Acenda um incenso de jasmim por sete dias seguidos.

 

CAPRICÓRNIO - SCÂTHACH (Deusa da Soberania)

A Deusa Scâthach era conhecida como "a Mulher que semeia o Medo". Deusa cujo reino era a Ilha de Skye (Sombra), onde treinava os jovens nas artes bélicas e na caça.

Scâthach ensinou a Cuchulainn as técnicas de guerreiro e também os mistérios do sexo. De acordo com a lenda, ela ofereceu-lhe "a amizade das coxas". Toda a guerreira celta era conhecida como uma furiosa amante erótica, mesmo podendo ser uma temível inimiga.

De modo igual à Deusa Scâthach a capricorniana é capaz de governar o mundo e sempre se sentirá atraída por homens fortes e masculinos, que praticam musculação ou exercitam-se intelectualmente. Ela precisa de um homem que tenha físico e cérebro.

Scâthach ajudará você capricorniana, a se proteger de pessoas violentas ou ameaçadoras e lhe dará forças para um recomeço de vida.

Jóias: ouro, prata, aço, ferro e estanho.

Cor da roupa: roupa bege, marrom ou ferrugem.

Óleos: almíscar, amor-perfeito, cereja, rosa e abricó.

Ervas: flor de maçã, bergamota, amora-preta, bardana, cacau, sabugueiro, hidraste, azevinho, hera, confrey e acônito.

Pedras: alexandrita, carvão, geode e kinzita.

Ritual de Proteção: Use perfume com essência de rosas toda vez que desejar ativar a Deusa para ajudá-la em questões relacionadas a conquistas amorosas ou trabalho novo.

 

AQUÁRIO - RHIANNON (Deusa das Profundezas e do Outro Mundo)

 

A Deusa-Égua gaulesa do Inferno, Rigatona ou Ringatona (Itália), Epona (Gália), Bubona (Escócia), Grande Deusa Branca eram alguns dos nomes originais de Rhiannon.

 

Seu nome significa "Divina Rainha das Fadas", sendo considerada uma Deusa da Lua. É também conhecida como a Deusa dos pássaros, dos encantamentos, da fertilidade e do submundo. Ela se identifica com a noite, a emoção, o sangue, o drama.

 

Podemos identificar Rhiannon nas aquarianas, pois como Deusas-Fadas, também gostam do incomum, do alternativo e do estranho. Toda aquariana é uma exploradora, sempre procurando terrenos novos e interessantes a desbravar.

Rhiannon deve ser invocada em feitiços que envolvam estrelas e práticas astrológicas.

Jóias: Use prata ou cromo em seus ritos.

Cor da roupa: cor de alfazema, preta ou branca.

Óleos: abricó, limão, ópio, laranja e pêssego.

Ervas: noz-moscada, mandrágora, chicória, bardana, ébano, arruda.

Pedras: opala, quartzo rutilado, quartzo claro, azeviche.

Ritual para proteção: Acenda um incenso de violeta ou use a cor branca todos os sábados.

 

PEIXES - BLODEUWEDD (Deusa do Amor e da Beleza)

Blodeuwedd é uma Deusa feita de flores que representa a beleza natural e vai ajudar você a perceber sua própria beleza natural. Vai ajudá-la também a escolher entre dois amores.  Os domínios da Deusa Blodeuwedd abrangem todas as questões relacionadas ao amor, à beleza e à sedução.

 

As mulheres que possuem esse arquétipo ativo, gostam de se apaixonar e de fazer amor. Fisicamente, irradiam grande atração sexual. Quando chegam em qualquer lugar, os olhos masculinos não deixam de percebê-las. Os mistérios e rituais de amor são seus domínios e elas podem passar um bom tempo tramando e planejando seus casos. Entretanto, quando se desilude, é capaz de abrir mão do romance rapidamente.

 

 

Todas nós experimentamos a influência da Deusa Blodeuwedd quando ovulamos, quatorze dias antes da menstruação. Essa é também a época mais propicia para realizarmos um ritual em sua homenagem, ou para ativá-la.

 

Com a ajuda de  Blodeuwedd, as piscianas poderão mergulhar ou surfar num mar de flores e viverão momentos emocionantes. As coisas ruins só "abatem" se encontrarem eco em você.

Jóias: platina, estanho, latão ou ouro.

Cor da roupa: verde claro, esmeralda,rosa, cor de alfazema, preta, branca, cinza e roxa.

Óleos: lótus, lírio, patchulli, hissopo, lima, mirra, fava de cumaru e jasmim.

Ervas: agrião, alga, folhas de parreira, lobélia, artemísia, narciso e salgueiro.

Pedras: ametista, safira, pedra da lua, conchas do mar, água-marinha, jaspe sanguíneo e quartzo azul.

Ritual de Proteção: carregue sempre uma pedra da lua com você.

 

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Quasimodo - 50 anos


Comemora-se neste 2009, os 50 anos da premiação do Nobel de Literatura (1959), concedida ao poeta, tradutor e crítico italiano Salvatore Quasimodo (20/8/1901-14/6/1968). Nascido na Sicília, filho de um ferroviário, inicia seus estudos na cidade de Siracusa. Forma-se matemático em Palermo e, mais tarde, conclui o curso de engenharia em Roma. Ganha a vida como engenheiro e funcionário público nos dez anos seguintes e escreve poesia nas horas vagas até 1935, quando abandona a carreira para ensinar literatura italiana em Milão.

Seus primeiros poemas, publicados em um jornal literário de Florença, revelam sua ligação com os poetas herméticos Giuseppe Ungaretti e Eugenio Montale. São versos curtos, de estilo sofisticado, sobre temas pessoais próprios do intimismo dos poetas herméticos.

Com a publicação da primeira coletânea de poesias Águas e Terras (1930), assume gradativamente a liderança dessa tendência literária até os anos 40. Sua fase hermética termina com o final da II Guerra Mundial e a publicação de Dia Após Dia (1947). A partir daí, detém-se sobre as injustiças do regime fascista e os horrores do conflito mundial. Publica A Terra Incomparável (1958), Toda Poesia (1960) e O Dar e o Ter (1966).

Quasimodo é responsável também por traduções para o italiano de escritores clássicos, como Sófocles e Eurípedes, Catulo, Ovídio e Virgílio, e contemporâneos, como o norte-americano E.E. Cummings e o chileno Pablo Neruda.

 PEQUENA ANTOLOGIA DE SALVATORE QUASIMODO





Si celebra nel 2009, il 50 ° anniversario del Premio Nobel per la Letteratura (1959), concesso al poeta, traduttore e critico italiano Salvatore Quasimodo (20/8/1901-14/6/1968). Nato in Sicilia, il figlio di una ferrovia, ha iniziato i suoi studi nella città di Siracusa. Formato matematico di Palermo e poi la laurea in ingegneria a Roma. Si guadagna da vivere come un ingegnere e funzionario nei prossimi dieci anni e scrive poesie nel suo tempo libero fino al 1935, quando abbandona la sua carriera a insegnare letteratura italiana a Milano

Le sue prime poesie, pubblicato in una rivista letteraria di Firenze, rivela la sua connessione con i poeti ermetici Giuseppe Ungaretti e Eugenio Montale. Essi sono brevi linee, uno stile sofisticato, su argomenti di intimità personale propri poeti ermetici.

Con la pubblicazione della prima raccolta di poesie di acqua e di terra (1930), a poco a poco assunto la guida di questa tendenza letteraria fino al 40's. La sua tappa si conclude stretto con la fine della seconda guerra mondiale e la pubblicazione di Day After Day (1947). Da lì, si sofferma sulle ingiustizie del regime fascista e gli orrori della Seconda Guerra Mondiale. Pubblica La Terra Impareggiabile (1958), tutta la poesia (1960) e Dar e Sun (1966).

Quasimodo è anche responsabile per le traduzioni italiane di autori classici come Sofocle ed Euripide, Catullo, Ovidio e Virgilio, e contemporanea, come l'americano EE Cummings e il cileno Pablo Neruda.

PICCOLA COLLEZIONE DI Salvatore Quasimodo




DAR E TER
 
Nada me dás, não dás nada
tu que me escutas. O sangue
das guerras secou,
o desprezo é um desejo puro
e não provoca nem o gesto
de um pensamento humano,
fora da hora da piedade.
Dar e ter. Em minha voz
há ao  menos um signo
de geometria viva,
na tua, uma concha
morta com lamentos fúnebres.
 
Da Dare e avere (1959-1965)

DARE E AVERE

Nulla mi dai, non dai nulla
tu che mi ascolti. Il sangue
delle guerre s’è asciugato,
il disprezzo è un desiderio puro
e non provoca un gesto
da un pensiero umano,
fuori dall’ora della pietà.
Dare e avere. Nella mia voce
c’è almeno un segno
di geometria viva,
nella tua, una conchiglia
morta con lamenti funebri.

NÃO PERDI NADA

Estou Aqui agora, o sol gira
às minhas costas como um falcão e a terra
repete mimha voz na tua.
Recomeça o tempo visível
no olho que redescobre a luz.
Não perdi nada.
perder é andar mais além
de um diagrama do céu
em movimentos de sonhos, um rio
pleno de folhas.
 


NON HO PERDUTO NULLA

Sono ancora qui, il sole gira
alle spalle come un falco e la terra
ripete la mia voce nella tua.
E ricomincia il tempo visibile
nell’occhio che riscopre la luce.
Non ho perduto nulla.
Perdere è andare di là
da una diagramma del cielo
lungo movimenti di sogni, un fiume
pieno di foglie.


BASTA UM DIA PARA
EQUILIBRAR O MUNDO
 
A inteligência a morte o sonho
negam a esperança. Nesta noite
em Brasov, nos Cárpatos, entre árvores
não minhas, busco no tempo
uma mulher de amor. O mormaço estala
as folhas dos álamos e eu
me digo palavras que não conheço,
derramo terras de memória.
Um jazz escuro, canções italianas
passam tombadas sobre a cor das íris.
No rangido das fontes
se perdeu tua voz:
basta um dia para equilibrar o mundo.


BASTA UN GIORNO
A EQUILIBRARE IL MONDO

L’intelligenza la morte il sogno
negano la speranza. In questa notte
a Brasov nei Carpazi, fra alberi
non miei cerco nel tempo
una donna d’amore. L’afa spacca
le foglie dei pioppi ed io
mi dico parole che non conosco,
rovescio terre di memoria.
Un jazz buio, canzoni italiane
passano capovolte sul colore degli iris.
Nello scroscio delle fontane
s’è perduta la tua voce:
basta un giorno a equilibrare il mondo.  


E DE REPENTE A NOITE
 
Cada um está só sobre o coração da terra
trespassado por um raio de sol:
e de repente a noite

Da Acque e terre (1920-1929).

ED È SUBITO SERA

Ognuno sta solo sul cuor della terra

trafitto da un raggio di sole:

ed è subito sera.


INVERNO ANTIGO
 
Desejo de tuas mãos claras
na penumbra da chama:
sabiam a carvalho e a rosas;
a morte. Inverno antigo.
 
Buscavam o milho os pássaros
e de repente eram de neve;
igual as palavras.
Um pouco de sol, uma auréola de anjo,
e depois a névoa; e as árvores,
e nós feitos de ar pela manhã.

ANTICO INVERNO

Desiderio delle tue mani chiare

nella penombra della fiamma:

sapevano di rovere e di rose;

di morte. Antico inverno.


Cercavano il miglio gli ucceli

ed erano subito di neve;

cosí le parole.

Un po’ di sole, una raggera d’angelo,

e poi la nebbia; e gli alberi,

e noi fatti d’aria al mattino.



AGUAMORTA

Água estagnada, sonho dos pântanos
que em longa lâmina maceras veneno,
ora branca ora verde nos relâmpagos,
te assemelhas a meu coração.
O álamo se acinzenta em torno do azevinho;
as folhas e as bolotas se aquietam dentro,
e cada uma tem seus círculos de único centro
franzidos pelo profundo zumbido do vendaval.
Assim, como sobre a água
a lembrança estende seus anéis, meu coração;
se move de um ponto e logo morre:
assim tua irmã é águamorta.

(do livro "Acque e Terre",1920-1929)

ACQUAMORTA

Acqua chiusa, sonno delle paludi
che in larghe lamine maceri veleni,
ora bianca ora verde nei baleni,
sei simile al mio cuore.
II pioppo ingrigia d`intorno ed il leccio;
le foglie e le ghiande si chetano dentro,
e ognuna ha i suoi cerchi d`un unico centro
sfrangiati dal cupo ronzar del libeccio.
Cosí, come su acqua allarga
il ricordo i suoi anelli, mio cuore;
si muove da un punto e poi muore:
cosí t`è sorella acquamorta.

("Acque e Terre", 1920-1929)


REFÚGIO DE PÁSSAROS NOTURNOS
 

No alto um pinho torcido;
está atento e escuta ao abismo
com o tronco dobrado como besta.
 
Refúgio de pássaros noturnos,
na hora mais alta ressoa
um veloz bater de asas.
 
Tem pois um ninho meu coração
suspenso na escuridão, uma voz;
está também, à escuta, da noite.


RIFUGIO DI UCCELLI NOTTURNI

In alto c’è un pino distorto;

sta intento ed ascolta l’abisso

col fusto piegato a balestra.

 

Rifugio d’uccelli notturni,

nell’ora piú alta risuona

d’un battere d’ali veloce.

 

Ha pure un suo nido il mio cuore

sospeso nel buio,una voce;

sta pure in ascolto, la notte. 



ILHAS DE ULISSES
 
Detida está a antiga voz.
Ouço ressonâncias efêmeras,
olvido de noite cheia
na água estrelada.
 
Do fogo celeste
nasce a ilha de Ulisses.
Lentos rios levam árvores e céus
no estrondo de margens lunares.
 
As abelhas, amada, fundeiam o ouro:
tempo das mutações, segredo.


ISOLA DI ULISSE

 
Ferma è l’antica voce.
Odo risonanze effimere,
oblio di piena notte
nell’acqua stellata.
Dal fuoco celeste
nasce l’isola di Ulisse.
Fiume lenti portano alberi e cieli
nel rombo di rive lunari.
Le api, amata, ci recano l’oro:
tempo delle mutazioni, segreto.

 
OBOÉ SUBMERSO
 

Avara pena, tarda teu dom
nesta minha hora
de suspirados abandonos.
 
Um oboé gélido ressilabeia
alegria de folhas perenes,
não minhas, e se desmemoria;
 
em mim anoitece:
a água transmonta
sobre minhas mãos relvosas.
 
Asas oscilam em débil céu,
lábeis: o coração transmigra
e eu sou, ermo,
 
e os dias um escombro.

De Oboe sumergido (1930-1932)


OBOE SOMMERSO

Avara pena, tarda il tuo dono
in questa mia ora
di sospirati abbandoni. 
Un òboe gelido risillaba
gioia di foglie perenni,
non mie, e smemora;
in me si fa sera:
l’acqua tramonta
sulle mie mani erbose.
Ali oscillano in fioco cielo,
labili: il cuore trasmigra
ed io son gerbido,
e i giorni una maceria. 


OUTONO
 

Outono manso, eu me pouso
me inclino até tuas aguas para beber o céu,
fuga suave de árvores e abismos.
 
Áspera pena de nascer
me encontra a ti unido;
e em ti me desgarro e recupero
pobre coisa caída
que a terra recolhe.
 


AUTUNNO

 
Autunno mansueto, io mi posseggo
e piego alle tue acque a bermi il cielo,
fuga soave d’alberi e d’abissi.
Aspra pena del nascere
mi trova a te congiunto;
e in te mi schianto e risano:
povera cosa caduta
che la terra raccoglie. 


 
NA ANTIGA LUZ DAS MARÉS
 
Cidade da ilha
submersa em meu coração,
descendo na antiga luz
das marés, perto de sepúlcros
à margem de águas
que uma alegria desata
de árvores sonhadas.
 
Me chamo: se espelha
um som em amoroso eco,
e o segredo se adoça ao se estremecer
em amplos desprendimentos de ar.
 
Um cansaço de precoces renascimentos
se abandona em mim,
a habitual pena de ser meu
em uma hora além do tempo.
 
E teus mortos sinto
nos ciumentos latidos
de veias vegetais
se fazem menos fundos:
 
um respirar absorto de narizes.


 
NELL’ANTICA LUCE DELLE MAREE

 
Cittá d’isola
sommersa nel mio cuore,
ecco discendo nell’antica luce
delle maree, presso sepolcri
in riva d’acque
che una letizia scioglie
d’alberi sognati.
Mi chiamo: si specchia
un eco in amorosa eco,
e il segreto n’è dolce, il trasalire
 in ampie frane d’aria.
Una stanchezza s’abbandona
in me di precoci rinascite,
la consueta pena d’esser mio
in un’ora di là dal tempo.
E i tuoi morti sento
nei gelosi battiti
i vene vegetali
fatti men fondçi:
un respirare assorto di narici.

 
APOLLION
 

Os montes em escuro sono
supinos jazem abatidos.
 
A hora nasce
da morte plena, Apollion;
sou ainda lerdo de membros
e o coração pesa desmemoriado.
 
Alongo minhas mãos
de chagas esquecidas,
amado destruidor.

De Erato y Apòllion (1932-1936)


 
APOLLION

 
I monti a cupo sonno
supini giacciono affranti.
L’ora nasce
della morte piena, Apòllion;
 io sono tardo ancora di membra
e il cuore grava smemorato.
Le mie mani ti porgo
dalle piaghe scordate,
amato distruttore.


 

 GARÇA

No mormaço do pântano, atolada no limo,
festejada pelos insetos, me dói ver
uma garça morta.
 
Eu me devoro em luz e som;
derrotado, em ecos esquálidos,
de tempo em tempo geme um sopro
esquecido.
 
Piedade, não seja eu,
sem vozes e figura,
na memória um dia.
 


AIRONE

 
Nella palude calda confitto al limo,
caro agli insetti, in me dolora
un airone morto.
Io mi divoro in luce e suono;
battuto in echi squallidi
da tempo a tempo geme un soffio
dimenticato.
Pietá, ch’io non sia
senza voci e figure
nella memoria un giorno.

 

 
AO TEU LUME NÁUFRAGO
 

Nasço no teu lume náufrago,
tarde de águas límpidas.
De serenas folhas
arde o ar consolado.
Erradicado dentre os vivos,
coração provisório,
sou limite vão.
Tua dádiva tremenda
de palavras, Senhor,
desconto assiduamente.
Desperta-me dentre os mortos:
cada um se agarrrou à sua terra
e sua mulher.
Tu me me olhaste dentro
na obscuridade das vísceras:
ninguém tem minha desesperança
No coração.
Sou um homem só,
um só inferno.
 


AL TU LUME NAUFRAGO

Nasco al tuo lume naufrago,
sera d’acque limpide.
Di serene foglie
arde l’aria consolata.
Sradicato dai vivi,
cuore provvisorio,
sono limite vano.
Il tuo dono tremendo
di parole, Signore,
sconto assiduamente.
Destami dai morti:
ognuno ha preso la sua terra
e la sua donna.
Tu m’hai guardato dentro
nell’oscurità delle viscere:
nessuno ha la mia disperazione
nel suo cuore.
Sono un uomo solo,
un solo inferno.

 

SEMPRE* UMA ORLA
 
Sempre uma orla
irradia astros solenes,
colmeias de enxofre sobre minha cabeça
bimbalham.
 
Tempo de abelhas: e  mel
está em minha garganta
fresca de som ainda.
Um corvo, meio-dia, gira
sobre arenitos cinzentos.
 
Ares diletos: quietude de sol
indica morte, e noite
palavras de areia,
de pátria perdida.
NT – * Optou-se pela sonoridade ao invés da literal “frequentemente”.

 
SOVENTE UNA RIVIERA.

 
Sovente una riviera
raggia d’astri solenni,
bugni di zolfo sul mio capo
dondolano.
Tempo d’api: e il miele
è nella mia gola
fresca di suono ancora.
Un corvo, di meriggio gira
su arenarie bige.
Arie dilette: quiete di sole
insegna morte, e notte
parole di sabbia,
di patria perduta.


NO SENTIDO DE MORTE
 

Cerúleas árvores
onde o mais doce som emigra
e toma gosto pelas chuvas novas.
 Numa fronde, dócil.
a luz oscila
ao casar-se com o ar;
no sentido de morte,
eis-me aqui, assustado de amor.


 

NEL SENSO DI MORTE

 
Ceruli alberi
dove più dolce sueno migra
e nasce gusto alle piogge nuove.
 Ad una fronda, docile
 la luce oscilla /
alle nozze con l’aria; //
nel senso di morte, /
eccomi, spaventato d’amore.

 
RI O CORVO, NEGRO
SOBRE AS LARANJEIRAS

Talvez é um signo verdadeiro da vida:
em torno a mim rapazes com ligeiros
movimentos de cabeça dançam num jogo
de cadências e de vozes ao longo do prado
da igreja. Piedade do ocaso, sombras,
reacesas sobre a grama tão verde,
belíssimas ao fogo da lua.
Memória os concede breve sono;
agora, desperta-os. Eis aqui que cruze o poço
com a primeira maré. Esta é a hora:
não mais minha, abraçados, remotos simulacros.
E tu, vento do sul, forte de azares,
empurra a lua aonde desnudos dormem
rapazes, força ao potro sobre os campos
úmidos de pisadas de éguas, abre
o mar, levanta as nuvens das árvores:
já a garça se adianta até a água
e fareja lenta o barro entre os espinhos,
rí o corvo, negro sobre as laranjeiras.


Da Nuove poesie (1936-1942).

 
RIDE LA GAZZA, NERA

SUGLI ARANCI

 
Forse è un segno vero della vita:
intorno a me fanciulli con leggeri
moti del capo danzano in un gioco
di cadenze e di voci lungo il prato
della chiesa. Pietà della sera, ombre
riaccese sopra l’erba cosí verde,
bellisime nel fuoco della luna!
Memoria vi concede breve sonno;
ora, destatevi. Ecco, scroscia il pozzo
per la prima marea. Questa è l’ora:
non più mia, arsi, remoti simulacri.
E tu vento del sud forte di zàgare,
spingi la luna dove nudi dormono
fanciulli, forza il puledro sui campi
umidi d’orme di cavalle, apri
il mare, alza le nuvole dagli alberi:
giá l’airone s’avanza verso l’acqua
e fiuta lento il fango tra le spine,
ride la gazza, nera sugli aranci. 

 
ESTRADA DE AGRIGENTUM
 

Lá persiste um vento que recordo aceso
nas crinas dos cavalos oblíquos
que correm ao longo das planícies, vento
que mancha e rói o arenito e o coração
dos Atlantes lúgubres, supinos
sobre a relva. Alma antiga, gris
de rancores,voltas àquele vento, cheiras
o delicado musgo que reveste
os gigantes arrojados do céu.
Como só ao espaço que te resta!
E mais te afliges se ouves ainda o som
que se distancia amplo até o mar
onde Vênus já serpenteia matutina:
o berimbau tristemente vibra
na garganta do carroceiro que reacende
o cerro nítido de lua, lento
entre o murmúrio de azeitonas sarracenas.

 


STRADA DI AGRIGENTUM

 
Lá dura un vento che ricordo acceso
nelle criniere dei cavalli obliqui
in corsa lungo le pianure, vento
che macchia e rode l’arenaria e il cuore
dei telamoni lugubri, riversi
sopra l’erba. Anima antica, grigia
di rancori,torni a quel vento, annusi
il delicato muschio que riveste
i giganti sospinti giú dal cielo.
Come sola allo spazio che ti resta!
E piú t’accori s’odi ancora il suono
che s’allontana largo verso il mare
dove Espero già striscia mattutino:
il marranzano tristemente vibra
nella gola al carraio che risale
il colle nitido di luna, lento ]
tra il murmure d’ulivi saraceni.
 

A DOCE COLINA
 

Longínquos pássaros abertos ao entardecer
tremem sobre o rio. E a chuva insiste
e o assovio dos álamos iluminados
pelo vento. Como toda coisa remota
retornas à mente. O verde leve
de teu vestido está aqui entre as plantas
abrasadas pelos raios onde se levanta
a doce colina de Ardenno e se ouve
o milhafre sobre as ventarolas de sorgo.

Talvez naquele vôo de espirais cerradas
se confiava meu desiludido regresso,
a aspereza, a vencida piedade cristã,
e esta pena nua de dor.
Tens uma flor de coral nos cabelos.
Mas teu rosto é uma sombra que não muda;
 (como a morte). Desde as escuras casas
de tua aldeia escuto o Adda e a chuva,
ou talvez um bramir de passos humanos,
entre as ternas canas das margens.

 


LA DOLCE COLLINA

 
Lontani uccelli aperti nella sera
tremano sul fiume. E la pioggia insiste
e il sibilo dei pioppi illuminati
dal vento. Come ogni cosa remota
ritorni nella mente. Il verde lieve
della tua veste è qui fra le piante
arse dai fulmini dove s’innalza
la dolce colina d’Ardenno e s’ode
il nibbio sui ventagli di saggina.
Forse in quel volo a spirali serrate
s’affidava il mio deluso ritorno,
l’asprezza, la vinta pietá cristiana,
e questa pena nuda di dolore.
Hai un fiore di corallo sui capelli.
Ma il tuo viso è un’ombra che non muta;
(cosí fa morte). Dalle scure case
del tuo borgo ascolto l’Adda e la pioggia,
o forse un fremere di passi umani,
fra le tenere canne delle rive. 


JÁ VOA A MAGRA FLOR
 
Não saberei nada da minha vida,
escuro monótono sangue.
 
Não saberei a quem amava, a quem amo,
agora que aqui limitado, reduzido aos meus membros,
no corrompido vento de março
enumero os males dos dias decifrados.
 
Já voa a magra flor
dos ramos. E eu espero
a paciência de seu vôo irrevogável.

 

GIÀ VOLA IL FIORE MAGRO

Non sapró nulla della mia vita,
oscuro monotono sangue.
Non sapró chi amavo, chi amo,
ora che qui stretto, ridotto alle mie membra,
nel guasto vento di marzo
enumero i mali dei giorni decifrati.
Già vola el fiore magro
dei rami. Ed io attendo
la pazienza del suo volo irrevocabile.


 
ESCRITO TALVEZ SOBRE UMA TUMBA
 

Aqui, longe de todos, o sol dá
em teus cabelos e os rescende no mel,
e a nós os vivos, de seu arbusto,
já nos recorda a última cigarra do verão,
e a sirene que ulula profunda
o alarme sobre a planície lombarda.
Oh, vozes abrasadas pelo ar. Que quereis?
Agora sobe o enfado da terra.

 

Da Giorno dopo giorno (1947)

 SCRITTO FORSE SU UNA TOMBA

 
Qui lontani da tutti, il sole batte
su i tuoi capelli e vi riaccende il miele,
e a noi vivi ricorda dal suo arbusto
già l’ultima cicala dell’estate,
e la sirena che ulula profonda
l’allarme sulla pianura lombarda.
O voci arse dall’aria, che volete?
Ancora sale la noia de la terra.

 

DIA APÓS DIA

 

Dia após dia: palavras malditas e o sangue
e o ouro. Os reconheço, meus símiles, oh monstros
da terra. Sob vosso mordisco caiu a piedade
e a cruz gentil nos deixou.
E não posso regressar já a meus Elíseos.
Alçaremos tumbas à beira do mar, nos campos desgarrados,
mas não um dos sarcófagos que assinalam aos heróis.
Conosco a morte tem jogado muitas vezes:
se ouvia no ar um bater monótono de folhas,
como no matagal se ao vento do siroco
o fólio palustre sobe para a nuvem.
 


 

GIOMO DOPO GIOMO

 
Giorno dopo giorno: parole maledette e il sangue
e l’oro. Ti riconozco, miei simili, mostri
della terra. Al vostro morso è caduta la pietà,
e la croce gentile ci ha lasciati.
E piú non posso tornare nel mio eliso.
Alzeremo tombe in riva al mare, sui campi dilaniati,
ma non uno del sarcofaghi che segnano gli eroi.
Con noi la morte ha piú volte giocato:
s’udiva nell’aria un battere monotono di foglie,
come nella brughiera se al vento di scirocco 
la folaga palustre sale sulla nube. 


 
CARTA
 
Este silêncio detido nas ruas,
este vento indolente, que agora resvala
ao rés, entre as folhas mortas, ou remonta
às cores das bandeiras estrangeiras...
Talvez a ânsia de dizer-te uma palavra
antes que se feche outra vez o céu
sobre outro dia, talvez a inércia,
nosso mais vil mal. A vida
não está neste tremendo, escuro, latir
do coração, não é piedade, não é mais
que um jogo de sangue onde a morte
está em flor. Oh!, Minha doce gazela,
te recordo aquele gerânio aceso
num muro crivado pela metralha.
Oh, nem sequer a morte agora consola
mais aos vivos, a morte por amor ?
 

LETTERA

Questo silenzio fremo nelle strade,
questo vento indolente, che ora scivola
basso tra le foglie morte o risale
ai colori delle insegne straniere...
forse l’ansia di dirti una parola
prima che si richiuda ancora il cielo
sopra un altro giorno, forse l’inerzia,
il nostro male piú vile...La vita
non è in questo tremendo, cupo, battere
del cuore, non è pietà, non è più
che un gioco del sangue dove la morte
è in fiore. O mia dolce gazzella,
io ti ricordo quel geranio acceso
su un muro crivellato de mitraglia.
O neppure la morte ora consola
piú i vivi, la morte per amore?

Da La vita non è sogno (1946-1948)


 
COR DE CHUVA E DE FERRO
 
Dizias: morte silêncio solidão;
como amor, vida. Palavras
de nossas provisórias imagens.
O vento levantou-se ligeiro cada manhã
e o tempo, cor de chuva e de ferro
passou sobre as pedras,
sobre nosso nublado zumbido de malditos.
No entanto está longe a verdade.
E, diz-me, homem alquebrado na cruz,
e tu, o das mãos inchadas de sangue,
como responderei àqueles que perguntam?
Ora, ora, antes que outro silêncio
entre nos olhos, antes que outro vento
suba e outro rancor aflore.

 
COLORE DI PIOGGIA E DI FERRO

Dicevi: morte silenzio solitudine;
come amore, vita. Parole
delle nostre provvisorie immagini.
El il vento s’è elevato leggero ogni mattina
e il tempo colore di pioggia e di ferro
è passato sulle pietre,
sul nostro chiuso ronzio di maledetti.
Ancora la verità è lontana
E dimmi, uomo spaccato sulla croce,
e tu dalle mani grosse di sangue,
come risponderò a quelli che domandano?
Ora, ora: prima che altro silenzio
entre negli occhi, prima che altro vento
salga e altra ruggine fiorisca. 

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Encontrei um Anjo caído há uns meses atrás...
Afinal o meu Anjo não era mais que alguém desejoso de amar a Vida...
Uma vida que se lhe tinha negado, que se lhe tinha traído, que se lhe tinha desiludido...

Acordar de um sonho sem sentido e encontrar um trilho de vida, uma faisca que ilumine as passadas a dar sem muito sofrer...
Acordar de um sonho ainda em embrião e encontrar a saída, uma janela por onde entre-olhar o mundo sem muito medo...

Querido Anjo, os Arcanjos olham por ti nestes dias sombrios e enevoados, prontos a acalentarem a tua dor e lágrimas... não desesperes que eles nunca te abandonarão, nem nunca se desiludirão com a tua experiência humana como Ser de Luz que és...

E sou eu que estou grata por Deus te ter colocado de passagem na minha vida...!!

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Por onde andou este tempo todo?
Te procurei pelo mundo...
Chamei-o em meus sonhos...
Subi pelas montanhas...
Escorreguei pela neve...
Mergulhei no mar...
Pra te encontrar...




Por onde andou este tempo todo???
Esperei por você...
Procurei em meus sonhos...
Enfrentei bruxas e dragões,
Corri de cobras e leões.
Esperei por você em minhas ilusões...




Por onde andou este tempo todo??
Me perdi no tempo,
me perdi ao relento,
supliquei ao vento
pra trazer você de volta para mim.




E, neste momento,

lágrimas se derramaram
O sol se abriu...




Um arco-íris se formou no céu azul,

e aqui está voce...
de volta pra mim.




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Io canto, il mio amore per te

questa notte diventa poesia,
la mia voce sarà
una lacrima di nostalgia.

Non ti chiederò mai
perchè da me sei andata via,
per me è giusto
tutto quello che fai.

Io ti amo
e gridarlo vorrei,
ma la voce dell'anima
canta piano lo sai.

Io ti amo,
e gridarlo vorrei,
ma stasera non posso nemmeno parlare
perchè piangerei.

Io canto, la tristezza che è in me
questa notte sarà melodia,
piango ancora per te
anche se ormai è una follia.

Non ti chiedo perchè
adesso tu non sei più mia,
per me è giusto
tutto quello che fai.

Io ti amo,
e gridarlo vorrei,
ma la voce dell'anima
canta piano lo sai.

Io ti amo,
e gridarlo vorrei,
ma stasera non posso nemmeno parlare
perchè piangerei.

Io ti amo!
Io ti amo!

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O essencial é invisível para os olhos


(...) Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.
Foi o principezinho rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela uma amiga. Ela é agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla. Ele pensa: "Minha flor está lá, nalgum lugar..." Mas se o carneiro come a flor, é para ele, bruscamente, como se todas as estrelas se apagassem! E isto não tem importância!

( O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry )

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sonho

28 set 2009

Vinícius de Moraes é

Receita de mulher

   

As muito feias que me perdoem
Mas beleza é fundamental. É preciso
Que haja qualquer coisa de flor em tudo isso
Qualquer coisa de dança,
qualquer coisa de haute couture
Em tudo isso (ou então
Que a mulher se socialize
elegantemente em azul,
como na República Popular Chinesa).
Não há meio-termo possível. É preciso
Que tudo isso seja belo. É preciso
que súbito tenha-se a
impressão de ver uma
garça apenas pousada e que um rosto
Adquira de vez em quando essa cor só
encontrável no terceiro minuto da aurora.
É preciso que tudo isso seja sem ser, mas
que se reflita e desabroche
No olhar dos homens. É preciso,
é absolutamente preciso
Que seja tudo belo e inesperado. É preciso que
umas pálpebras cerradas
Lembrem um verso de Éluard e que se acaricie nuns braços
Alguma coisa além da carne: que se os toque
Como no âmbar de uma tarde. Ah, deixai-me dizer-vos
Que é preciso que a mulher que ali está como a corola ante o pássaro
Seja bela ou tenha pelo menos um rosto que lembre um templo e
Seja leve como um resto de nuvem: mas que seja uma nuvem
Com olhos e nádegas. Nádegas é importantíssimo. Olhos então
Nem se fala, que olhe com certa maldade inocente. Uma boca
Fresca (nunca úmida!) é também de extrema pertinência.
É preciso que as extremidades sejam magras; que uns ossos
Despontem, sobretudo a rótula no cruzar das pernas,
e as pontas pélvicas
No enlaçar de uma cintura semovente.
Gravíssimo é porém o problema das saboneteiras:
uma mulher sem saboneteiras
É como um rio sem pontes. Indispensável.
Que haja uma hipótese de barriguinha, e em seguida
A mulher se alteie em cálice, e que seus seios
Sejam uma expressão greco-romana, mas que gótica ou barroca
E possam iluminar o escuro com uma capacidade mínima de cinco velas.
Sobremodo pertinaz é estarem a caveira e a coluna vertebral
Levemente à mostra; e que exista um grande latifúndio dorsal!
Os membros que terminem como hastes, mas que haja um certo volume de coxas
E que elas sejam lisas, lisas como a pétala e cobertas de suavíssima penugem
No entanto, sensível à carícia em sentido contrário.
É aconselhável na axila uma doce relva com aroma próprio
Apenas sensível (um mínimo de produtos farmacêuticos!).
Preferíveis sem dúvida os pescoços longos
De forma que a cabeça dê por vezes a impressão
De nada ter a ver com o corpo, e a mulher não lembre
Flores sem mistério. Pés e mãos devem conter elementos góticos
Discretos. A pele deve ser frescas nas mãos, nos braços, no dorso, e na face
Mas que as concavidades e reentrâncias tenham uma temperatura nunca inferior
A 37 graus centígrados, podendo eventualmente provocar queimaduras
Do primeiro grau. Os olhos, que sejam de preferência grandes
E de rotação pelo menos tão lenta quanto a da Terra; e
Que se coloquem sempre para lá de um invisível muro de paixão
Que é preciso ultrapassar. Que a mulher seja em princípio alta
Ou, caso baixa, que tenha a atitude mental dos altos píncaros.
Ah, que a mulher dê sempre a impressão de que se fechar os olhos
Ao abri-los ela não estará mais presente
Com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá
E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
O fel da dúvida. Oh, sobretudo
Que ela não perca nunca, não importa em que mundo
Não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade
De pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma
Transforme-se em fera sem perder sua graça de ave; e que exale sempre
O impossível perfume; e destile sempre
O embriagante mel; e cante sempre o inaudível canto
Da sua combustão; e não deixe de ser nunca a eterna dançarina
Do efêmero; e em sua incalculável imperfeição
Constitua a coisa mais bela e mais perfeita de toda a criação inumerável.

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Aprendemos a lutar por nossos sonhos,
 fazendo castelos de areia na praia, quando pequenos. Mas em poucas horas as ondas do mar vinham e desmanchavam os nossos castelos de areia.


Fazíamos então, novo castelo maior e mais bonito, além do alcance das ondas do mar.
E ele perdurava e nós comemorávamos, feito inocência... À noite, sob a luz do luar, a maré subia e o nosso castelo de areia desaparecia. Mas nós não estávamos mais lá...


Assim crescemos! Durante nossas vidas lutando por nossos grandes sonhos, que se tornam castelos de areia, se desfazendo ao tempo e aos nossos sentimentos.


Aprendemos que nossa materialidade, nossas posses, desfazem ao tempo. Que nosso orgulho, nosso ódio, nossa ignorância e hipocrisia, são desfeitos na hora da verdade.

Que o amor destrói falsos sonhos e que a mentira destrói verdadeiros amores.


Aprendemos que as pessoas insistem em reconstruir suas vidas em novos castelos de areia, porque é mais fácil e rápido usar a areia abundante a todos, a usar as lascas da vida dura (empedrada), por ser mais trabalhosa e ferida...

Se o amor for o mar, ele será maior do que as ondas que arrebentam-se aos seus pés.

O amor não pode, não deve estar longe de nós dois, porque está se alimentando de nossas ilusões e de nossos sonhos...

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     This bird injured and lonely
a fauna that your smell is reviving
beyond the intimate to be a
that solution without knowing what to say

And the soul of sadness suffocated
In the anguish of living without you
Feel thirsty and drink to live
But remember that love is for you

Tears to the eyes is down
Like the dew in the morning
Relieve the pain of being
Mix with words to write

Page does not turn you
join now to a pleasure
Past and present without knowing
If the future has to be one days.

If you understand, do not seem understand
Understand me to understand
And the dune the wind is growing
it looks like the love that is suffering

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Being happy is not having a life free of losses and frustrations.
You be happy, even if it tears;
You play hard, even in the bed of a hospital;
You never stop dreaming, even if you have nightmares;
You talk to yourself, even if the loneliness Surround;
It is always young, even if the hair whiten. We tell stories to children, even if time is scarce;
We love their parents, even if they do not understand;
We thank, even if things go haywire;
It is turning mistakes into lessons of life;
Be happy and feel the taste of water, feel the coolness of a breeze to play him the face, you feel the smell of wet earth;
We extract the small things, big emotions;
We find every day, reasons to smile, even if there are no major events;
We laugh at their own blunders;
It is not giving of who you love, even if there are disappointments;
You have friends to share joys and seek consolation;
We thank God for the spectacle of life ... and understand how it is easy and simple to be happy ...

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Amoras bravas

Eugénio de Andrade

 


AS PALAVRAS

São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.

Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam;
barcos ou beijos,
as águas estremecem.

Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.

Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?

                    De Coração do Dia (1958)



LITANIA

O teu rosto inclinado pelo vento;
a feroz brancura dos teus dentes;
as mãos, de certo modo, irresponsáveis,
e contudo sombrias, e contudo transparentes;

o triunfo cruel das tuas pernas,
colunas em repouso se anoitece;
o peito raso, claro, feito de água;
a boca sossegada onde apetece

navegar ou cantar, ou simplesmente ser
a cor de um fruto, o peso de uma flor;
as palavras mordendo a solidão,
atravessadas de alegria e de terror;

são a grande razão, a única razão.

                    De Até Amanhã (1956)


O AMOR

Estou a amar-te como o frio
corta os lábios.

A arrancar a raiz
ao mais diminuto dos rios.

A inundar-te de facas,
de saliva esperma lume.

Estou a rodear de agulhas
a boca mais vulnerável.

A marcar sobre os teus flancos
itinerários da espuma.

Assim é o amor: mortal e navegável.

                    De Obscuro Domínio (1971)


TRÊS OU QUATRO SÍLABAS

Neste país
onde se morre de coração inacabado
deixarei apenas três ou quatro sílabas
de cal viva junto à água.

É só o que me resta
e o bosque inocente do teu peito
meu tresloucado e doce e frágil
pássaro das areias apagadas.

Que estranho ofício o meu
procurar rente ao chão
uma folha entre a poeira e o sono
húmida ainda do primeiro sol.

                    De Véspera da Água (1973)



AS AMORAS

O meu país sabe às amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.

                    De O Outro Nome da Terra (1988)


###

Que fizeste das palavras?
Que contas darás tu dessas vogais
de um azul tão apaziguado?

E das consoantes, que lhes dirás,
ardendo entre o fulgor
das laranjas e o sol dos cavalos?

Que lhes dirás, quando
te perguntarem pelas minúsculas
sementes que te confiaram?

                    De Matéria Solar (1980)


PÓVOA DE ATALAIA

O dia cresceu tanto que não tarda
que a sombra nos dê pelos joelhos,
as mães tecem o riso das crianças,
pelo balcão entornam os cabelos.


LISBOA

Esta névoa sobre a cidade, o rio,
as gaivotas doutros dias, barcos, gente
apressada ou com o tempo todo para perder,
esta névoa onde começa a luz de Lisboa,
rosa e limão sobre o Tejo, esta luz de água,
nada mais quero de degrau em degrau.

                    De Escrita da Terra (1974)


###

Às vezes entra-se em casa com o outono
preso por um fio,
dorme-se então melhor,
mesmo o silêncio acabou por se calar.

Talvez pela noite fora ouça cantar o galo,
e um rapazito suba as escadas
com um cravo
e notícias de minha mãe.

Nunca fui tão amargo, digo-lhe então,
nunca à minha sombra a luz
morreu tão jovem
e tão turva.

Parece que vai nevar.


XLIX

As casas entram pela água,
a porta do pátio aberta à estrela
matutina, em flor
os espinheiros,

nas janelas apenas a cintilação
juvenil do mar antigo,
esse que viu ainda as naves
do mais errante de quantos marinheiros

perderam norte e razão
a contemplar a reflectida estrela
da manhã:
só na morte não somos estrangeiros.

                    De Branco no Branco (1984)
 

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Novembro dos vivos


*

E se for a árvore de Judas este amor
pendurado num canto apartado da casa.
As mãos perdidas nos cortes
nas cicatrizes dos beijos
nos pés inquietos, aguardando
percorrer o mesmo idêntico percurso.

Os nossos corpos não nos bastavam
nós os tínhamos trocado entre nós
por acaso ou para derrotar a sorte.
Agora a pele cinzela outras palavras
filtra a luz e aguarda distanciada
outros perfumes, ou os jogos da morte.


Che sia l’albero di Giuda questo amore
appeso in un angolo appartato della casa.
Dalle mani perse nei tagli
nelle cicatrici dei baci
nei piedi irrequieti, in attesa
di ripercorrere lo stesso identico percorso.

I nostri corpi ci stavano stretti
ce li eravamo scambiati
per caso o per sconfiggere la sorte.
Ora la pelle scolpisce altre parole
filtra la luce e attende con distacco
altri profumi, o i giochi della morte.



NOVEMBRO DOS VIVOS

Executado e contudo anda com passo
de dança: vem de um mundo recluso
na boca tem cascas de pão mofado
na mochila uma caixa de leite
negro mesmo antes de ser bebido.

O vento quente de agosto esgotava
os lábios ensangüentados.
Estava feliz naquele dia por isto
mandou saudações aos amigos, mesmo aos
de longe ou que nunca havia conhecido.

Folhas amarelas das mãos de fogo
não o calor que vem
de baixo, da guerra,
dos lagos de petróleo
do grito sem vulto da dor.

Decapitado mas anda, está vivo
e prossegue ereto rumo ao alvo
depois de anos em que tudo dava errado
transtornado pelos estampidos, crucificado
a cara contra o muro do pecado.


NOVEMBRE DEI VIVI

Giustiziato eppure cammina a passo
di danza: viene da un mondo recluso
in bocca ha croste di pane ammuffito
nello zaino un cartone di latte
nero ancor prima d’essere bevuto.

Il vento caldo d’agosto sfibrava
le labbra insanguinate.
Era felice quel giorno per questo
inviò un saluto agli amici, anche quelli
lontani o che non aveva mai conosciuto.

Foglie gialle dalle mani di fuoco
non il calore che arriva
da sotto, dalla guerra
dai laghi di petrolio
dal grido senza volto del dolore.

Decapitato ma cammina, è vivo
e procede dritto verso il bersaglio
dopo anni dove tutto andava storto
turbato dagli scopi, messo in croce
la faccia contro il muro del peccato.

 


O QUE NÃO MEREÇO

Dentro de nós estão os postes de luzes
e as placas que o frio polar abateu
estendes tua mão de gancho e a agarro
mal me erguendo na ponta dos pés.

Mais para o alto encontro a areia e a alegre
fila dos rastros das aves: a escritura
insone, vibrante no rubro das rosas
nas veias que estouram na testa
nos sinais do abandono, dos espinhos
e por baixo os cabos gélidos porque uso o mal
como um picão, um bate-estacas
vou fundo na carne (na minha, na nossa)
arrancando fígado, pulmões, coração.

          O que resta dos olhos.


QUELLO CHE NON MERITO

Dentro di noi ci sono i pali delle luci
e i segnali abbattuti dal freddo polare
mi tendi la mano a uncino e io l’afferro
mi sollevo appena sulla punta dei piedi.

Più in alto trovo la sabbia e l’allegra
fila delle orme degli uccelli: la scrittura
insonne, vibrante nel rosso delle rose
nelle vene che scoppiano sulla fronte
nei segni dell’abbandono, delle spine
e sotto i cavi ghiacci perché uso il male
come un piccone, un martello pneumatico
vado a fondo nella carne (la mia, la nostra)
porto via il fegato, i polmoni, il cuore.

          Quello che resta degli occhi.


 

*

Aferram os cabelos as colinas aqui embaixo
os vinhedos te fazem sentir mais só,
mas de uma solidão sadia e sincera.
A balaustrada que contorna o terraço
tem o focinho retorcido do animal surrado
para que retome a costumeira mansidão.

O sono não engana
as horas de espera e o vento
da Úmbria desmorona nos lábios.
Ato-me ao jardim
interno das casas baixas
àquela árvore de louro
de pequeninas flores brancas
as folhas lisas e perfumadas.

Caminho pelas ruelas de Orvieto.
Um mar de pessoas invadiu
Roma para os funerais do papa.
É sexta-feira, 8 de abril, e está frio.


Afferrano i capelli le coline qui sotto
i vigneti ti fanno sentire più solo
ma d’usa sana e schietta solitudine.
La ringhiera che circonda il terrazzo
ha il muso torto dell’animale bastonato
per ricondurlo all’ordinaria mansuetudine.

Il sonno non inganna
le ore d’attesa e il vento
umbro frana sulle labbra.
Mi allaccio al giardino
interno delle casa basse
a quell’albero d’alloro
dai piccoli fiori bianchi
le foglie lisce e profumate.

Cammino per i vicoli d’Orvieto.
Una marea di persone ha invaso
Roma per i funerali del papa.
È venerdì, 8 aprile e fa freddo.


*

Entrecho de sombras
sem início nem fim.
Respirar e projetar-se
para além do embate.
Do amor passamos
para a boca do ódio
do afastamento absurdo.

Resta um rastro
que tu não vês
assim com o tempo
desfaz-se a aliança.

Avançam as ruas, por isto tropeço na viagem
feito cogumelos crescem em mim em hera que
                                             [ envolve
e não aquece, arrancam os músculos e esvaziam
                                             [ as veias.
Queria admirar-te (no escuro) sem pôr fogo no
                                             [ mundo.


Intreccio d’ombra
senza testa né coda.
Fiatare e proiettarsi
al di là dello scontro.
Dall’amore si passa
nella bocca dell’odio
dell’assurdo distacco.

Resta una traccia
che tu non vedi
così con il tempo
l’intesa si sfalda.

Assalgono le strade per questo inciampo nel
                                             [ viaggio
come funghi mi crescono dentro a edera che
                                             [ avvolge
e non scalda, strappano i muscoli e svuotano le
                                             [ vene.
Volevo ammirarti (al buio) senza dar fuoco al
                                             [ mondo.

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Mirror

24 mag 2009





I am silver and exact. I have no preconceptions.
Whatever I see, I swallow immediately.
Just as it is, unmisted by love or dislike
I am not cruel, only truthful

The eye of a little god, four-cornered.
Most of the time I meditate on the opposite wall.
It is pink, with speckles. I have looked at it so long
I think it is a part of my heart. But it flickers.
Faces and darkness separate us over and over.

Now I am a lake. A woman bends over me.
Searching my reaches for what she really is.
Then she turns to those liars, the candles or the
                                                [ moon.



I see her back, and reflect it faithfully
She rewards me with tears and an agitation of hands.
I am important to her. She comes and goes.
Each morning it is her face that replaces the
                                               [ darkness.
In me she has drowned a young girl, and in me an old
                                               [ woman
Rises toward her day after day, like a terrible fish.

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Perder-te
Não havia nada a dizer
Era uma coisa que custava a crer
Mas era verdade e não se podia negar
Uma coisa era certa, era por te amar.
Só contigo encontrei o amor verdadeiro
E nunca imaginei que me pudesses faltar
Até já imaginava um dia casar
E contigo para sempre ficar.
Sabia que um dia tudo iria acabar
Irias esquecer-me e eu iria sofrer
Mas mesmo sabendo o que iria acontecer
Sorri-te e disse a cantar:
Não me deixes só
Não posso viver sem ti
O meu coração transforma-se em pó
Por favor,preciso de ti
Olha para mim
Estou a sofrer...
És a luz que me ilumina
Não consegues ver?
Pois não
Eu estou aqui ...

O Cachimbo

Bota fumo no fornilho
Bota  fumo pra danar!
Bota fumo no fornilho
Que eu to doido pra  pitar.
Bota fumo Irlandês
Qualquer fumo pra queimar!
Bota fumo no fornilho
Vou agora cachimbar.
Meu cachimbo não é de barro
Meu cachimbo é de madeira.
Bota fogo, sai fumaça
E acende o meu  desejo.
Arde o fumo adocicado
Cheiro bom de embriagar!
Queima o fumo no fornilho
E eu só quero cachimbar.
Põe conhaque no fumo
Bota fumo no fornilho.
Queima, arde, enleia.
Pois é disso que preciso!
Morena diz que é perigoso
Esse vício de tragar.
Doença ruim pode trazer
Deixa isso para lá!
Beijo a boca de Morena.
Saliva, tabaco, desejo!
Na minha boca o cachimbo
Na boca dela o beijo.

O Cachimbo

Bota fumo no fornilho
Bota  fumo pra danar!
Bota fumo no fornilho
Que eu to doido pra  pitar.
Bota fumo Irlandês
Qualquer fumo pra queimar!
Bota fumo no fornilho
Vou agora cachimbar.
Meu cachimbo não é de barro
Meu cachimbo é de madeira.
Bota fogo, sai fumaça
E acende o meu  desejo.
Arde o fumo adocicado
Cheiro bom de embriagar!
Queima o fumo no fornilho
E eu só quero cachimbar.
Põe conhaque no fumo
Bota fumo no fornilho.
Queima, arde, enleia.
Pois é disso que preciso!
Morena diz que é perigoso
Esse vício de tragar.
Doença ruim pode trazer
Deixa isso para lá!
Beijo a boca de Morena.
Saliva, tabaco, desejo!
Na minha boca o cachimbo
Na boca dela o beijo.

Sólo a ti Flor

Nuevamente la obscuridad del llanto y el dolor
cubre mi rostro bajo este paño de tristeza
que agota mi ser con tan hermosa belleza,
y abre un nuevo camino a la soledad.
Tan solo dime porqué me enamore de ti,
te juro que ni yo lo sé.
Perdóname si es que te ofendí,
perdóname por amarte así,
pues siento que siento que sin ti
ya no puedo ser feliz.
Pídeme todo lo que deseas,
pero no me pidas que deje de amarte así,
por que sería pedirle a mi corazón que deje de latir
que deje de sentir solo amor hacia ti.
Según mis pensamientos
el amor es mi dolor
Según mis sentimientos
vos sos mi amor.
 

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angel

O meu olhar azul como o céu
É calmo como a água ao sol.
É assim, azul e calmo,
Porque não interroga nem se espanta ...

Se eu interrogasse e me espantasse
Não nasciam flores novas nos prados
Nem mudaria qualquer cousa no sol de modo a ele ficar mais belo...
(Mesmo se nascessem flores novas no prado
E se o sol mudasse para mais belo,
Eu sentiria menos flores no prado
E achava mais feio o sol ...
Porque tudo é como é e assim é que é,
E eu aceito, e nem agradeço,
Para não parecer que penso nisso...)

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Tag: you,demo,remix,music,love

 

 

 

 

 

 

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Quando nossos corpos se tocam Mesmo por cima da roupa Sinto o calor que vem do teu corpo Misturando ao calor do meu São gotas do suor Gotas de quem esperou por esse momento Agora, as roupas vão caindo Revelando o sexo nervoso Sexo endurecido Sexo umedecido Mãos que seguram sexo Mãos que penetram sexo Línguas que lambem Sexo que arrepia Sexos que se encontram Enfim Sexo que agasalha Sexo que desbrava Acabamos Me deito sobre teus pêlos Sinto o cheiro do meu sexo, No teu Sinto o teu cheiro misturado Ao meu Cheiro do gozo supremo Cheiro do sexo Que eu adoro

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I'm the girl who will put my head on your shoulder, not because I'm sleepy, but because I want to be closer to you.

I'm the girl who likes to be kissed in the rain more than inside your bedroom or in an a restaurant.

I'm the girl who says,"Okay, but you owe me...", not because I actually want something, but because it means I get to spend more time with you.

I'm the girl you can take absolutely anywhere and I will have fun because it means I am spending time with you.

I'm the girl who is incredibly picky, but when I find someone I like; I want to spend the whole night curled up in their arms.

I'm the girl who never forgets all the sweet little things you do for me.

I'm the girl who never gives up hope even when I tell others I have.

I'm the girl who once I let you into my heart, there's always a place there with your name on it.

And even if we spend time apart,

I'm the girl who never forgets you.

I'm the girl who loves to end a hug with a kiss. I'm the girl who you can talk to about anything.

I'm the girl who will brag about you to all of my friends.

I'm the girl who will listen to you talk.

I'm the girl who loves it when you hug me for no apparent reason.

I'm the girl who loves it when you hug me from behind.

I'm the girl who loves it when you introduce me to your friends as your girlfriend. I'm the girl who loves the feeling when you take me by the hand without saying a word.

I'm the girl who loves it when you give me flowers for no apparent reason.

I'm the girl who thinks the world of you. All I want is for us to be together.

If your a girl repost this as "I'm the girl"... If your a guy repost this as "I want this girl...( you'll be surprised how many guys on your friends list won't repost this) If your a guy who already has this girl repost as I already have this girl

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Tag: romantico,emoo,lindo,bello,misterio,pensamento,amor,razo

Hello There Nice Person
Did Anyone Ever Tell You,
Just How Special You Are
The Light that You Emit
Might even Light a Star


Did Anyone Ever Tell You
How Important You Make
Others Feel
Somebody out here is Smiling
About Love that is so Real

Did Anyone Ever Tell You
Many Times, When They were Sad
Your E-mail made Them Smile a bit
In Fact It made Them Glad




For the Time You Spend Sending Things
And Sharing whatever You Find
There are No Words to Thank You
But Somebody, Thinks You're Fine

Did Anyone Ever Tell You
Just How Much They Like You
Well, My Dearest Friend
Today I am Telling You
I believe that without a
friend you are missing out on a lot!!!


Don't be confused by friends and acquaintances, there is a difference!
I care about you, and you get to send messages to all your friends
telling them that you care about them and make them feel good about themselves and
if they write back ... . (just once) then that means that they care about you too.

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Tag: friends,about,them,and,good,care,back,just,that,too,means,they


When love spills out of the heart, peace rushes in , where there's
peace, and love within! When confronting another individual with
peace, then love return, when there's peace, and love within! When
peace is lived love rushes within tenfold; when there's peace and
love, within! There for went servicing another in time of needs;
then love and peace is restored tenfold; when there's peace, and
love within! To reflect ones on moral standard give rise to self
esteem, and motivation to those whom watches he's day to day
routine, when there' peace and love within! However, when
peace and love is point in the same direction, obstacle fall as peace
paves a widen path for love to travel upon to service other in time
need, When There's peace, and Love Within!

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As imagens transbordam fugitivas
E estamos nus em frente às coisas vivas.
Que presença jamais pode cumprir
O impulso que há em nós, interminável,
De tudo ser e em cada flor florir?

















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Tag: rio,maria,america,janeiro,woman,meola,passion,samba,day,maana,amistad,latina,gitano,paco,carnaval,brasil,lucia




Vieste como um barco carregado de vento, abrindo
feridas de espuma pelas ondas. Chegaste tão depressa
que nem pude aguardar-te ou prevenir-me; e só ficaste
o tempo de iludires a arquitectura fria do estaleiro

onde hoje me sentei a perguntar como foi que partiste,
se partiste,
que dentro de mim se acanham as certezas e
tu vais sempre ardendo, embora como um lume
de cera, lento e brando, que já não derrama calor.

Tenho os olhos azuis de tanto os ter lançado ao mar
o dia inteiro, como os pescadores fazem com as redes;
e não existe no mundo cegueira pior do que a minha:
o frio do horizonte começou ainda agora a oscilar,
exausto de me ver entre as mulheres que se passeiam
no cais como se transportassem no corpo o vaivém
dos barcos. Dizem-me os seus passos

que vale a pena esperar, porque as ondas acabam
sempre por quebrar-se junto das margens. Mas eu sei
que o meu mar está cercado de litorais, que é tarde
para quase tudo. Por isso, vou para casa

e aguardo os sonhos, pontuais como a noite.

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Tag: alwaysannotarielchanceclaridadeclipcuoreeaslyfachionfimhombreinstantesistantileonalewislooklovementerealidadesoiresorrisosumtochtravelledunaespejoventajjavoowhichwilly

 Tudo Que Eu Faço Eu Faço Por Você

Olhe dentro dos meus olhos você verá
O que você significa para mim.
Examine seu coração examine sua alma
E quando você me encontrar lá, não vai procurar nunca mais.

Não me diga que não vale a pena tentar,
Você não pode me dizer que não vale a pena morrer [por isso].
Você sabe que é verdade,
Tudo que eu faço eu faço por você.

Olhe dentro do meu coração você descobrirá que
Não existe nada lá para esconder.
Aceite-me como eu sou tome minha vida,
Eu a entregaria totalmente eu a sacrificaria.

Não me diga que não vale a pena lutar [por isso],
Eu não consigo evitar não há nada que eu deseje mais.
Você sabe que é verdade,
Tudo que eu faço eu faço por você.

Não existe amor como o seu amor,
E nenhuma outra poderia oferecer mais amor.
Não existe lugar algum a menos que você esteja lá
Todo o tempo até o fim.

Oh - você não pode me dizer que não vale a pena tentar,
Eu não consigo evitar não há nada que eu deseje mais.
Eu lutaria por você eu mentiria por você,
Caminharia na corda-bamba por você.
Sim, eu morreria por você

Você sabe que é verdade,
Tudo que eu faço eu faço por você...

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Paz

27 lug 2008



    A paz que eu quero pra ti. A paz que eu quero pra ti é aquela com a qual tu sonhas:um mundo perfeito, em que todas as pessoas sã o honestas e sinceras... onde as coisas sempre dão certo.O mundo perfeito eu posso sentir ao fechar os olhos.Imagino um clima agradável,onde é quente para quem gosta de calor,e é frio para quem gosta de ter alguém pertinho para esquentar.Imagino um chão macio,que toma a textura que quisermos,desde que tenhamos a capacidade de nos mantermos de pé.Imagino pessoas que se amam,que se prezam e cuidam umas das outras,sem diferenças,sem necessidade de sentirem melhores que qualquer outro.Imagino um ambiente perfeito!Depois disso tudo ,minha mente voa para buscar estratégias de te deixar viver um mundo assim.Num segundo plano, busco meios de estar junto de ti para viver cada segundo do mundo perfeito que tu me fizeste acreditar que existe.Esse mundo eu descobri em mim, ao buscá-lo no infinito.De repente,achei na minha mente e no meu coração desejos e sentimentos que podem ser o grão de areia para o mundo de paz que eu quero pra ti.

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Tag: paz,chão,clip,fachion.infinito,cuore,desejo,sentimento,quero,voo,pé,olhos,certo,Marta,look,ariel,mente,flachs,valores,fosforos,educação,liberdade,elvis,virgen,picos,europa,amazonas,claridade,disneiland

Mar

25 lug 2008



Que seja...quem quer que seja quem É,

Me queira sem que me ame,até.
Me desfaça pedra,em pedra me desgaste
Pedra em grão,de areia,
Daquela de fim de Verão,
Praia que somente existe,
P'ra que um mar...se deite nela.

Que seja...quem quer que fosse quem Foi,
Seja meu mar,que o seu silencio não doi.
Me desfaça onda,por onda me desgaste
Em mil pecados e renasça,
por pecar....Iemanjá lava-lhe os beijos,
Da mácula dos desejos,
Dos segredos sobram beijos
Para apanhar.

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Tag: mar,segredos,praia,ninfa,eva,morning,sum,love,soire,look,model,nicole,passion,you,habitat,faschion,weekend,setembro,ovo,parra,fim



A te si giunge solo

attraverso te. Ti aspetto.
Io sì che so dove mi trovo,
la mia città, la via, il nome
con cui tutti mi chiamano.
Però non so dove sono stato con te.
Là mi hai portato tu.

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Visit >>>>> 

http://br.geocities.com/benei2005/ 

somewhere i have never travelled, gladly beyond

 

 

any  experince,your eys have their silence:

in your most  frail gesture are  things which enclose me,

or which i cannot  touch because they are  near

your slighst  look easly will unclose me

though i have closed myslf as fingrs,

you open always petal myself as Spring opens

(touching skilully, mysteriously) her first rose

or if your wish be to close me, i and

my life will shut very beautifully, suddenly,

as when the heart  of this flower imagines

the snow carefully everywhere descending;

nothing which we are to perceive in this worldequals

the  power of your intense fragility; whose texture

compels  me with the colour of its countries,

rendering  death and forever with each breathing

( ido not know what it is about you that  closes

and opens; only something  in me understands

the voice of your eyes is deeper than all rose)

nobody, not even the rain, has such small hands....

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Una mujer me espera, todo contiene, nada carece, sin embargo, todo carecía si el sexo careció, o si el rocío del cierto hombre carecía.  El sexo contiene todo, cuerpos, almas, significados, experiencias, purenesses, delicadezas, resultados, promulgaciones, canciones, órdenes, salud, orgullo, el misterio de la maternidad, leche seminal, todas las esperanzas, ventajas, donaciones, todas las pasiones, amors, bellezas, placeres de la tierra, todos los gobiernos, jueces, los deuses habían seguido a gente de la tierra, éstos se contienen en el sexo como partes de sí mismo exactamente y justificaciones de sí mismo exactamente.  Sin la vergu|enza la mujer de quién pruebo sabe y asegura el placer de su sexo, sin la vergu|enza la mujer de quiénes pruebo sé y aseguro su.  Ahora voy a excusar a mí de mujeres frías, voy a ser con él que me espera y con esas mujeres que se consigan apasionadas y me satisfacen, veo que entienden que yo y ellas no me niegan, yo veo que son dignas de mí, yo seré el marido vigoroso de tales mujeres.  No están en nada que menos de lo que tiene I, él la cara bronceada para los soles de los luzentes y el soplo de los vientos, su malleability divino y energía de los possesss de la carne viejo, sabe en cuanto a nadada, a la fila, para montar, luchar, al lanzamiento, funcionar, golpear, retirarse, avanzar, resistir, defenderse, son irrevocables cuánto las sus derechas - son tranquilos, claro, caja fuerte de sí mismo apropiado.  Les traigo las paradas cerca de mí, mujeres de los vocês, yo no puedo dejarlas para ir, haría los vocês bien, yo estoy para los vocês y los vocês que son para mí, no sólo para nuestro bueno, pero para el bueno de otros, Envoltos en vocês ellos adormecem los héroes más grandes y los bardos, oponen para despertarlo al tacto de cualquier hombre, para no ser I.  I, mujeres es, hace mi manera, es gusto duro, amargo, grande, indissuadível, pero los amo, yo no los hago para sufrir más allá de necesario para los vocês, YO que vierto la sustancia a los niños encetar y a los niños convenientes para los estos E.E.U.U., yo ejerzo presión sobre con el músculo grosero y me retardo, yo me abrazo con eficacia, no escucho los suplications, no me atrevo a separar mismo hasta que él deposita lo que, él tiene muy, él fue acumulado adentro de mí.  A través de vocês hago para drenar los ríos refrenados de mí exactamente, en vocês que contengo mil rasgones graduales, en enxerto de los vocês los enxertos del amaron más de mí y de América, la pepita que destilo en vocês hará para crecer los artistas jóvenes, los músicos y a cantantes impetuosos y atléticos, nuevos, los niños que I para generar en vocês tiene que generar a niños alternadamente, tengo que exigir hombres y a mujeres perfectos el míos para consumir a amante, la espera que el interpenetrem ellos mismos con otros, como I y vocês en interpenetramos ellos ahora, van a contar las frutas de las eyecciones abundantes de ellas, así como historia las frutas de las eyecciones abundantes que ahora yo doy, voy a esperar las cosechas del amor, desde el .interpenetrem ellos mismos con otros, como I y vocês en interpenetramos ellos ahora, van a contar las frutas de las eyecciones abundantes de ellas, así como historia las frutas de las eyecciones abundantes que ahora yo doy, voy a esperar las cosechas del amor, desde el nacimiento, vida, muerte, inmotalidad, de lo que ahora planto tan cariñosamente.

 

 

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Asas

29 mag 2008

Muito tempo atrás... depois do mundo ser criado e da vida completá-lo, houve um dia, numa tarde de céu azul e calor ameno um encontro entre Deus e um de seus anjos.
Contam que Deus estava sentado, calado, sob a sombra de um pé de jabuticaba.
Lentamente Ele colhia uma ou outra fruta, saboreava sua criação negra e adocicada.

Fechava os olhos e pensava...
Permitia-se um sorriso piedoso
Mantinha seu olhar complacente.
Foi então que, das nuvens, um de seus muitos arcanjos desceu e veio em sua direção...
Tinha asas lindas, brancas, imaculadas.

Ajoelhou-se aos pés de Deus e falou:
- Senhor, visitei sua criação como pediu,
fui a todos os cantos.
Estive no sul, no norte, no leste e oeste,
vi e fiz parte de todas as coisas...
Observei cada uma de suas crianças humanas,
e por ter visto, vim até o Senhor para entender o porque...
Por que cada uma das pessoas sobre a terra tem apenas uma asa?
Nós anjos, temos duas...
Podemos ir até o amor que o Senhor representa sempre que desejarmos.
Podemos voar para a liberdade sempre que quisermos
Mas o humano, com sua única asa, não pode voar 
Não podem voar com apenas uma asa...
Deus na brandura dos gestos, respondeu pacientemente ao
seu anjo:
"Sim, eu sei disso.
Sei que fiz os humanos com apenas uma asa"
Intrigado com a consciência absoluta de seu Senhor, o anjo queria entender e perguntou:
"Mas porque o Senhor deu aos homens apenas uma asa quando são necessárias duas para poder voar, para poder ser livre?"
Conhecedor de todas as respostas, Deus não teve pressa de falar...
Comeu outra jabuticaba e então respondeu:
" Eles podem voar sim, meu anjo
Dei aos humanos apenas uma asa para que eles pudessem voar mais e melhor que Eu ou vocês, meus arcanjos...
Para voar, meu amigo, você precisa de suas duas asas...
Embora livre, sempre estará sozinho. 
Talvez da mesma maneira que Eu...
Mas os humanos...
Os humanos com sua única asa precisarão sempre dar as mãos para alguém a fim de terem suas duas asas.
Cada um deles tem na verdade, um par de asas, uma outra asa, em algum lugar do mundo que completa o par,
assim eles aprenderão a respeitar-se, pois ao quebrar a única asa de outra pessoa podem estar acabando com suas próprias chances de voar.
Assim meu anjo, eles aprenderão a amar verdadeiramente outra pessoa...
aprenderão que somente permitindo-se amar, eles poderão voar.
Tocando a mão de outra pessoa, em um abraço afetuoso, sincero, eles poderão encontrar a asa que lhes falta e poderão finalmente voar.
Somente através do amor irão chegar até onde estou... assim como você meu anjo, e eles nunca estarão sozinhos, quando forem voar". 

Deus silenciou em seu sorriso. 

O anjo compreendeu o que não precisava ser dito. Que possamos encontrar a nossa outra asa, para podermos voar!

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Si more nu criaturo,'o Pataterno,
e' isso stesso ch'o porta 'n paraviso
'o da nu vaso e tanto s'accuntenta
quann'o criaturo l'ha fatto nu surriso
.
Dopp'o 'ccumpagna a casa d'a Maronna
addo' stanno criature 'e tutt'e razze
sape d'ognuno tutte quante 'e nomme
e a ognuno le lascia 'na carezza.
.
'E tratta bbuono 'a chesti criaturelle
pe nun l'e fa' senti 'a malincunia,
s'e cresce cu surrise e caramelle
pe nun e fa' piglia' d'a nustalgia.
.
Ma l'atu juorno nun se sape comme
sparette nu criaturo all'improvviso
nun 'o truvajeno 'a casa d'a Maronna
e nun ce steva ncopp'o Paraviso
.
E ogne santo tremmava d'a paura
sapenno 'e da' nu dispiacere a Ddio
ma chillo cu chell'aria assaje sicura
dicette a tutti : -'O vaco a piglia' jo-
.
E cu santa pacienza 'o vicchiariello
scennette ncopp'a terra chella sera,
'a casa addò era nato 'o criaturiello
int'a nu vascio 'e parte d'e Quartiere
.
E cu na faccia nu poco emozionata
si avvicinaje anfino 'e 'npont'o lietto
addo' truvaje che steveno abbracciate
na mamma cu nu figlio astritto 'mpietto.

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
iette dduje core
sperute 'e sentimente
int'a 'na sera
sott'a 'na lun' argiento.
.
Miettece mane
ansiose 'e da' carezze,
'na busta sana
'e baci e tenerezze.
.
Miett'o rispetto,
ca chill'è comm'o sale
e ce ne miette
almeno nu quintale.
.
Int'a 'stu 'mpasto
nu poc'e gelusia
e si nu basta
nu pizzech'e bucia.
.
'Mmesca ogni cosa
cu tant'intelligenza,
e dopo cuoce
cu 'o fuoco da pacienza.
.
E si 'na sera,
mangiando,tu ci caschi
che t'aggia di':
-Auguri e figli maschi!-
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Soy un brujo
.

Acechando tus pasos

mis ojos brillan en la noche

una densa oscuridad

envuelve todo

De pronto apareces tú

desnuda; tu cuerpo pálido

yace con los brazos abiertos

como abrazando un amante invisible.

El angosto camino

desaparece a una velocidad imposible

quillayes y peumos

forman verdes muros

convergentes.

Hoy miramos hacia el mismo lugar

aquel desde donde fuimos paridos

amados, nutridos y despertados....

Hey! Acuérdate quién eres..

Dioses y vírgenes solicitan tu atención;

no nos olvides, te suplican!

Y tú les recuerdas que son fantasmas,

sombras de tus sueños febriles

Finalmente, en la mañana

tus ojos se miran

en el espejo difuso

suplicando una realidad conocida.

Atención...............................................

....................................................

......................................

............................

........
....
Gracias

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